Finanças pessoais estreitas: assinaturas, splits, contas em print
Bancos possuem o ledger. Os trabalhos que sobram são listas de assinatura, splits de conta e gastos presos em prints.
As pessoas fotografam recibos e ainda digitam de novo. O produto é dado de despesa estruturado — não outro filtro de câmera.
Freelancers, times pequenos e custos compartilhados da casa ainda acabam num rolo de papel térmico desbotado. A dor é óbvia. Monetização (export Pro, várias viagens, pacote fiscal) é mais clara que em utilities genéricas.
Este brief faz parte do mapa de espaços-problema no Android. Está aqui para medir interesse — aberturas, profundidade de leitura e cliques relacionados — antes de alguém escrever uma spec de app.
Tirar foto, talvez jogar no Drive ou num app de notas, depois reconstruir a planilha no fim do mês. Expensify/QuickBooks existem para empresas. Consumidor usa Gallery + negação.
Expensify, Zoho, QuickBooks, apps de banco e scanners com modo “receipt.” Suítes financeiras grandes ganham empresas. A Play de consumidor é bagunçada e cheia de anúncio.
Uma tool captura → campos local-first: estabelecimento, data, total, moeda, categoria, imposto. Exporte CSV/PDF quando o usuário pedir. Pacotes de casa ou freelancer solo ganham de “enterprise expense.” Privacidade importa — recibos têm final de cartão e endereços.
Pergunte a dez pessoas onde estão os recibos do mês passado. Prototipe captura + edição de três campos + CSV, nada mais. Se não importarem o CSV na tool que já usam, você não tem um trabalho. Observe na Play a linguagem “receipt” vs “invoice scanner.”
Leia o mapa de pesquisa completo para comparar o potencial solo nos quarenta espaços.